Código azul: saiba o que é e a importância na emergência!

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Quando se trata de parada cardiorrespiratória (PCR), é preciso correr contra o tempo para evitar mortes e sequelas graves. Diante disso, é necessário que os hospitais adotem o código azul, um protocolo voltado para a assistência rápida e ágil desses casos.

Quer entender melhor como funciona essa forma de atendimento e sua importância para aumentar a taxa de sobrevida de pacientes? Então, acompanhe nosso post e descubra também como deve ser feito o procedimento!

Como funciona o código azul?

É um protocolo que visa prestar um atendimento imediato, específico e sincronizado às vítimas com suspeita de PCR, com a realização da ressuscitação cardiopulmonar e desfibrilação precoce.

É um serviço sistematizado e padronizado voltado não só para pacientes que estão em prontos-socorros, mas também para aqueles estão nas alas de internação, ambulatórios ou até mesmo em salas de exames, como de radiologia, ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética dos hospitais.

O protocolo é feito por uma equipe de saúde conhecida como Time de Resposta Rápida (TRR) — formado por médico, enfermeiros e técnicos de enfermagem — que atua em todas as etapas de atendimento desse paciente.

Dessa maneira, se houver uma ocorrência, o TRR é acionado para prontamente prestar a assistência correta e ágil ao paciente.

Por que a adoção desse protocolo é importante?

É imprescindível que os hospitais tenham um time de resposta rápida para prestar esse atendimento e, assim, elevar a segurança dos pacientes. Isso porque, após alguns minutos da PCR, o paciente pode sofrer lesões cerebrais, ou seja, a agilidade da assistência significa salvar vidas.

Nesse contexto, com o código azul há um aumento nos índices de sucesso da reanimação cardíaca, com o mínimo ou nenhum dano neurológico ao paciente. Desse modo, há uma diminuição nas taxas de mortalidade por PCR e também uma redução dos custos hospitalares, visto que há um melhor prognóstico funcional dos pacientes.

Como deve ser feito o procedimento?

Para implementar o código azul, é necessário treinar a equipe em todas as etapas do atendimento ao paciente. Isso pode ser feito por meio dos cursos de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia e Suporte Básico de Vida.

Com o treinamento, os profissionais saberão como agir desde o reconhecimento de que se trata mesmo de uma parada cardiorrespiratória, incluindo as condutas que devem ser seguidas em cada situação — como as manobras de reanimação, massagem cardíaca e uso do desfibrilador. Trata-se da realização da ressuscitação cardiopulmonar, que inclui uma sequência de ações destinadas a manter a circulação cerebral e cardíaca.

O TRR está apto ainda para administrar a medicação correta, além de prestar os cuidados imediatos após a PCR, como otimizar a função cardiopulmonar, controlar a temperatura ou ainda transferir o paciente para a unidade de saúde adequada.

Para implementar o código azul, é preciso qualificar a equipe com os treinamentos adequados a fim de prestar uma assistência ágil nos casos de parada cardiorrespiratória, aumentando as chances de sobrevivência dos pacientes.

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